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Sobre o Título

AOR Ed Motta

AOR | Ed Motta Talvez por ser um ávido colecionador de discos desde adolescente, gravar é o ápice da minha carreira, o momento mais esperado, o grande motivo de fazer música.

O que é AOR? Um termo norte-americano inventado nas rádios nos anos 70, o "Album Oriented Rock" e também "Adult Oriented Rock". Esse termo tem diversas leituras e desdobramentos estéticos. Discos de funk, soul, música brasileira, argentina, francesa, italiana, reggae, etc, podem receber o tratamento AOR. O Earth Wind & Fire é um dos grandes exemplos disso, uma lendária banda de soul/funk que passa pelas prateleiras do AOR por conta da alta precisão na produção.

AOR no Brasil? Lincoln Olivetti, Guilherme Arantes, Roupa Nova, a mestra Rita Lee, Lucia Turnbull, Claudia Telles, Zizi Possi nos anos 80, e os hits que tocam até hoje de Dalto, Marcos Sabino, Renato Terra, Biafra, Radio Taxi, entre outros.

Uma das vertentes do AOR é o Westcoast sound, o som da Califórnia, de Beach Boys (na verdade o sunshine pop) até as grandes produções do midas David Foster. Música pop de grande excelência técnica. Doobie Brothers, Steely Dan, Pages, Chicago, Toto, Christopher Cross, Player, Hall & Oates, Boz Scaggs, etc. Milhares de artistas escoltados por todo um grupo específico de sites, festas, bandas novas e artistas dedicados a esse universo.

Minha música sempre comungou bastante com essa estética, tanto que nas edições japonesas já apareciam nos OBI (etiqueta especial do Japão) a sigla AOR para denominar meus discos, como o Poptical e os dois Manuais Práticos.

Esse foi um dos discos mais "tapeçaria chinesa" de realizar. O padrão de mixagem, por exemplo, era de uma semana por música.

Em grande parte dos discos, principalmente no Brasil, é separado um dia por música. Eu costumava trabalhar com dois, três dias. Um dos maiores talentos que já conheci, MarioLeo, foi o responsável técnico.

O polimento sonoro é perseguido na cultura AOR, tanto quanto um baixo extremamente grave numa gravação de reggae. A polidez no mundo da música pop é erroneamente associada à frieza, ao maneirismo. No AOR, o tecnicamente perfeito é virtude, assim como no jazz e na música clássica.

Tenho a sorte de ter grandes músicos ao meu lado. A assinatura, o sotaque de cada um, é imprescindível para que meus arranjos tenham vida e a forma a qual imagino. Ainda ganhei de presente as participações especiais de Chico Pinheiro, Bluey (líder do Incognito) e a lenda da guitarra David T. Walker, que gravou tudo e mais um pouco da música norte americana dos anos 70 até hoje.

Minhas músicas foram letradas por artistas que tenho imenso respeito: Chico Amaral, que também toca sax no disco, Adriana Calcanhotto, a diva do AOR brasileiro Rita Lee, a quadrinista Edna Lopes e o grande artista argentino Dante Spinetta, que participa na música "Latido", também fazendo um spoken word.

O modus vivendi e o imaginário AOR pedem uma camisa havaiana tipo Magnum PI, um mocassim sem meia à la Miami Vice antes de escutar esse disco, dentro de um carro conversível passando por muitos coqueiros, pôr-do-sol, em passeios pelo Rio de Janeiro, Los Angeles, Miami, Havaí. Aloha!

Ed Motta
Track List:
01. FLORES DA VIDA REAL
02. S.O.S AMOR
03. EPISÓDIO
04. ONDAS SONORAS
05. MARTA
06. 1978
07. LATIDO
08. AOR
09. A ENGRENAGEM
10. MAIS DO QUE EU SEI [BÔNUS ITUNES]


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